
Posso perder um pouco do meu tempo para fazer o que pretendia.
Afinal, eu tenho um saco onde cada vez que o meu tempo se acaba, eu os encho novamente.
Eu encho o saco de tempo.
O tempo enche o meu também.
Tenho que ter a sutileza para esvaziar meu saco e colocar o tempo no seu devido lugar.
Não sou a melhor pessoa para falar de tempo, do tempo.
Acho que precisamos parar pra pensar no que estamos fazendo.
Acho que perdemos muito tempo.
Não sei se deveria da um tempo, ou da ao tempo meu tempo.
Acho que meu tempo eu perdi.
Eu já tive.
Hoje ele corre prá mim. Corre por mim.
Parece que quanto mais tempo quero, mais nublado vejo as nuvens.
Quanto mais tempo quero, menos o tenho.
Vou ficar com um saquinho de tempo nos bolsos.
Quando precisar de alguma coisa, volto nele.
Para consertar algumas coisas.
Só não sei se devia.
Retrocedê-lo pode culminar em sensações jamais sentidas.
Se voltar ao tempo, é bem provável que não queira mais sair.
Vou encher minha ampulheta de areia, e vê o que faço com meu tempo.
Vou tentar colocar tempo.
Talvez eu saiba o destino a tomar.
Eu, assim como o tempo sou obstinado.
Ele é inerente pra mim.
Meu tempo está se acabando.
Não será o momento pra partir?
Talvez...
Íb!
Eu tenho certeza que ainda não é a hora de partir.
ResponderExcluirOlha o talvez aparecendo de novo.
rsrsrsr
Pois é... Rss, Talvez c tenha razão.
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