quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Retrospectiva[...]
















Um ano com tantas coisas absurdas Assistidas, Ouvidas e Vistas, que muitas vezes me pergunto: “Será que merecemos um Ano Novo?”
Pra que? Pra esquecermos o que aconteceu no “ano passado” e voltarmos a repetir o erro novamente? Novamente até quando?
No ano seguinte, iremos presenciar fora a revolta da natureza, outras atrocidades revoltantes.
Outras tristezas, lágrimas que Todo Mundo Finge esquecer, mais que sabe que infelizmente ocorrerá.
Assim também como junto com tudo isso, virá vários momentos de Compreensão, Paciência e Amor.
Que sinceramente é o que falta (e muito) não só em nossos Corações, mais em nossa Mente.
Precisamos mudar nossa atitude. Nosso ato.
Se pararmos pra percebermos, cada atitude insana nossa, nos prova e nos mostra que cada vez mais, não somos nada.
Fazendo uma reavaliação de meu ano, percebi que o ano terminou pra mim há tempos.
Foi praticamente perdido.
Mais por quê?
Mais logo o 10? Porque o Dez?
Estou decepcionado.
Sendo assim, não espero muita coisa no ano seguinte.
Mesmo Podendo existir dois mil motivos antes.
Todos passaram bem o Natal? Até que foi tranquilo o meu.
É hora de reavaliarmos e fazermos uma Retrospectiva deste ano, para assim sabermos o que realmente almejamos neste próximo ano.
Início do ano é o mês da mentira, é onde muitas pessoas prometem, planejam, o que querem ou “vão fazer” e nada fazem.
Falar não basta, Atitude já ajuda e bem. Esquecer teorias e ir pra prática.
Isso quando Alguns conseguem chegar no começo do próximo ano. Outros preferem morrer bem antes disso por pura e “simples” imprudência, comum de nós seres humanos. Comum de nós... Brasileiros.
Ou seja; acaba como seu ano (pra sempre) e consequentemente com o ano, planos e até da vida da família.
Enfim; sinto ou espero que o ano de 2011 seja diferente pra mim.
Traga-me Paz, Sabedoria, Saúde, entre outras tantas.
Pra mim e pra todas as pessoas. As que conheço, que não conheço, e as que um determinado momento de minha vida, Terei que conhecer.
Espero sinceramente que o ano seguinte seja de benefícios, porque o do ano atual... Pouquíssimos. [...]
Próspero Ano Novo a todos.
Feliz 2011 (...)


Íb!
[2011
]

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Holofotes














Os holofotes sempre notam sua presença.
Só que ele insiste em não acreditar.
Mesmo sabendo que está sendo notado.
Qualquer lado que olhe, sempre há uma luz acesa pra ele.
E sem poder fazer nada... Imagina sua luz indo embora pouco a pouco.
Pouco.
Pouco; assim como sua vida.
Pouco assim como tudo que amou.
Percebe que não pode gostar de ninguém.
Por que sabe que perderá.
Então pra não se decepcionar... Deixa de gostar.
Fecha e gela seu coração e sentimento.
É impossível de acreditar, mesmo sendo o foco dos holofotes, não consegue trilhar um caminho.
E apanha por ser um façanhudo.
Sua luz jamais será alijada de seu corpo.
Não tem muito que fazer.
Não tem pra onde correr.
Não consegue pensar quando se é o “centro”, o “foco” das atenções das luminárias.
Aproveite enquanto todos os Holofotes estão sobre você.
Por que quando elas se apagarem... Talvez nem saiba que você passou por lá.
Ou que existiu.


Íb!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Sem fazer















Sujando de lama eu fico sem muito que fazer.
É só deixar a lama sujar o máximo que ela puder.
É quando percebo que estou sozinho.
Percebo que meus amigos foram embora.
Agora sou eu.
Só eu.
Talvez o vento também.
Não que eles me abandonaram. Talvez ainda não seja o momento certo para voltarmos a nos encontrar.
Tantas coisas pra dizer. Coisas que nem sonhando posso dizer.
Quando quieto por fora, choro por dentro. E pior, entrei numa gaiola sem fim.
Sem saída.
Qual é a graça de querer ser alguém ou tudo o que não se pode?
Ser e ter um pouquinho de todos? Uma ponta venenosa e perigosa de inveja.
Parece que estou começando a ter isso.
Esse não sou eu. Não foi assim que fui criado.
Talvez seja um eterno retrógrado.
Abandonado, não posso contar com muita coisa.
Cada passo meu é deixado pra trás, assim como meus pensamentos.
Assim como um trem... Lento, com ideias pesadas e provectas de quase tudo.
Sou assíduo nos meus sonhos. Não que eu sempre queira.
Sempre imagino que isso tudo um dia acabará. Esse pesadelo sem fim.
...Quando voltar a vê-los, que eu já esteja bem encaminhado.
E que não seja tão contumaz como sou hoje.

Íb!