domingo, 21 de novembro de 2010

Liberta

Oh... oh... oh...

Eu vejo o mundo. Sinto o frio.
Que caminho seguir? Parapeito da janela...
Eu vejo as palavras num cavalo do tempo
Eu vejo o verso na chuva...
Ooh.


Oh, querido pai consegues ver-me agora?
Eu sou eu próprio como tu de certa forma.
Eu irei na onda onde me levar.
Eu agarrarei a dor. Liberta-me.
Ooh. Ooh I... Ooh. Ooh.

Oh, querido pai consegues ver-me agora?
Eu sou eu próprio como tu de certa forma.
Eu esperarei na escuridão para falares comigo.
Com eu me abri. Liberta-me.
Liberta-me. Liberta-me pai. Liberta-me.
Ooh. Ooh I... Ooh. Ooh. Ooh.

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