Dor, existe várias.
Seja aquela por perda, corporal, enfim...
Muitas vezes nós temos a mania de falar para a cabeça que nós estamos com dor.
Ela acaba acreditando e os torna realidade. Sofremos porque queremos.
Todos infelizmente têm e quem não tem terá.
Eu no momento tenho as minhas, e no quesito dor, eu acho que entendo bem.
Mais acho que já me acostumei com todas. A corporal então, nem se fale.
Como dizia a canção: “A dor não me leva a nada”.
Ou leva: A pensar, refletir, e ter a consciência que ela pode demorar um pouco, mais que ela vem, vêm. Isso não há dúvidas.
Não gosto de ficar falando muito sobre a DOR da perda.
Acho que o que tinha que falar já disse.
Tem aquela questão do conformismo, do qual eu não vou me conformar NUNCA e piorou ACEITAR. Ainda mais pela forma que foi.
Mais pelo incrível que possa parecer, o ser humano tem uma coisa de boa.
Ele consegue superar bem a dor. Elas, assim como meu dedo e minhas pernas, passarão.
Só que a corporal até se esquece com o tempo. Já a do coração...
Caso contrário não seria nada mal um internamento psiquiátrico.
Mais que homem seria eu se não conseguisse superar esses contratempo do tempo?
Às vezes a dor serve também como alerta, para sermos mais fortes.
“SE NÃO APRENDEMOS NO AMOR, APRENDEMOS NA DOR.”
Eu sei bem o que é isso.
Í/B.
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